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Carnaval

No Carnaval 2015, o Bloco Cortejo Afro contará com a participação de 2.500 foliões; a bateria será composta por 200 percussionistas - a maior banda do carnaval da Bahia - dos quais 60 vêm da Europa, exclusivamente para tocar com o Cortejo Afro; ala composta por 100 senhoras da 3ª idade; e ala de 50 baianas tradicionais.

Os desfiles do carnaval Cortejo Afro 2015 estão programados para os dias 13/02 (sexta-feira), no Circuito Osmar (Campo Grande – Praça da Sé); 15/02 (domingo), no Circuito Dodô (Barra – Ondina) e 17/02 (terça-feira) no Circuito Osmar (Campo Grande – Praça da Sé).

Serviço

O quê: Bloco Cortejo Afro Carnaval 2015

Tema: “Oyá Balé – A Dona da Porteira do Continente Africano – Uma homenagem a Mãe Santinha de Oyá ” 

Quando: Sexta-feira (13/02/2015) – Circuito Avenida - Concentração 20 horas;

                Domingo (15/02/2015) – Circuito Barra / Ondina - Concentração 21 horas;

               Terça-feira (17/02/2015) – Circuito Avenida - Concentração 18 horas.

Valor: R$150,00

Vendas: Central do Carnaval, Balão Samba Vivo (Shopping Piedade) e Sede do Cortejo Afro (Pelourinho)

Telefone: (71)3482-5352       

 

O Bloco

O Bloco Cortejo Afro foi criado em 02 de julho de 1998, na comunidade de Pirajá. Sua origem, dentro dos limites de um terreiro de candomblé, o Ilê Axé Oiá, sob a inspiração e orientação espiritual da Yalorixa Anizia da Rocha Pitta, Mãe Santinha, atesta toda a sua identidade, autenticidade e força.

O Bloco transmite alto astral através de suas músicas e coreografias ricas em movimentos ligados à influência negro-mestiça e das roupas exuberantes, que lhe rederam a premiação, nos últimos 2 anos, de Melhor Fantasia de Bloco Afro pelo Troféu Dodô e Osmar e em 2013 foi premiado com o Troféu Castro Alves, na categoria Melhor Bloco Afro.  

 

Foi idealizado pelo artista plástico Alberto Pitta, que há mais de 30 anos desenvolve trabalhos ligados à estética e cultura africana. A intenção de Pitta é resgatar as cores, sons e ritmos do carnaval, que em sua opinião “o tempo se encarregou de apagar, tornando a maior festa popular do mundo, numa pasta só”. Daí a introdução predominantemente do branco sobre branco, o azul e prata que são cores de Oxalá. Já os grandes sombreiros, segundo Pitta, “visam passar o visual dos reinados das tribos africanas, especialmente de Benin, Costa do Marfim, dentre outros países africanos”.