Ala de canto

Márcia Short A baiana Márcia Short é reconhecida por críticos musicais como uma das mais belas vozes femininas da atualidade. Ela foi cantora da Bamda Mel e da Bandabah e passou os últimos dois anos em processo de pesquisa, que resultou em um show solo e posteriormente em seu primeiro CD. Com um repertório versátil, demonstra toda sua ampla capacidade como intérprete. A carreira solo tem dois cds gravados. O primeiro, "Márcia Short" - como a cantora diz, é seu "cartão de visitas" -, gravado em 1999, traz interpretações de músicas de Caetano Veloso, Gilberto Gil e, até mesmo, Chico Anísio. O mais recente, lançado em 2004 e produzido por Elba Ramalho, chama-se "Iluminada" e contém músicas de Fagner, Lenine, Angela Rorô e Araketu. "Meu público entende que sou uma intérprete e valoriza esse trabalho" assegura.
Walmir Brito Walmir Brito, cantor e compositor iniciou sua carreira em 1982 e fez sucessos como "Canto para o Senegal" com Itamar Tropicália para a banda Reflexus, "Raça negra" para o grupo cultural Olodum (onde foi membro da ala de canto de 87 até 89), participou de Raízes do Pelô por dois anos e compõe para blocos como Ilê Aiyê, Muzenza, Malê Debalê, dentre outros, onde ganhou vários festivais. Walmir se uniu à família do Cortejo Afro faz quatro anos, compondo para o bloco "O outro navio" e "O poder da luz" com Alberto Pitta, e "Cortejo gira o mundo" com José Carlos Cabelo e Nem Tatuagem. . “Povo Caliente” é um dos seus sucessos no Cortejo Afro
Marquinos Marques Marquinhos Marques, capricorniano, é autor de várias músicas de grande sucesso como "Cara caramba" e "Charge" gravadas por Chiclete com Banana, "Girassol", "Berimbau" e "Olodum me leva" gravadas por Olodum, "Diamante negro" e "Paraíso" gravadas por Ricardo Chaves, É o Tchan, Araketu & Cheiro de Amor. “Meu Barco Vai” é uma das suas composições para o Cortejo Afro. Amante da música afro, Marquinhos se uniu à família do Cortejo Afro em 2003.
GerônimoGerônimo. Baiano da Ilha de Bom Jesus dos Pobres, teve formação eclética e começou tocando trompa e trompete na Filarmônica de Bom Jesus dos Pobres e percussão no Trio Elétrico de Dodô e Osmar. Nos anos 70 foi à Europa com o Balé Brasileiro da Bahia e mais tarde conheceu Moraes Moreira, Maurício Tapajós, Geraldo Azevedo e Joyce. As primeiras músicas de sucesso foram "Dentro da Minha Cabeça", gravada pelo grupo A Cor do Som, e "Mensageiro da Alegria", por Diana Pequeno. Na década de 80 teve reconhecimento maior quando sua música "É D'Oxum" foi incluída na trilha da minissérie "Tenda dos Milagres", da TV Globo. Seu maior sucesso foi em 1987, com a música "Eu Sou Negão", bastante executada do carnaval daquele ano e considerada um dos marcos iniciais da axé music. Na esteira da moda da lambada e do fricote, sua música baiana com influências caribenhas foi exportada para a Europa. Lançou outros discos, como "Dandá" (1988) e "Dançarino" (1989). Algumas músicas que ficaram mais conhecidas foram "Oxossi" (incluída na trilha sonora do filme norte-americano "Orquídea Selvagem"), "Jubiabá" e "Menino do Pelô".
Mestre Vado Mestre Vado - Givaldo Pena, mestre de bateria é membro da família do Cortejo Afro desde o início.
Começou a tocar com o grupo Ilê Aiyê em 1996 onde foi educador e instrutor de percussão e toca até hoje. Tocou também com o grupo Muzenza.
Mestre Gordo  
Mestre wallace  


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